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LIVROS: EDITORA ZAHAR


    Primeiramente, gostaria de pedir desculpas a quem está visitando o blog hoje (14/12) porque ele está em manutenção. Mas é só ignorar a bagunça do layout não definido e se apaixonar por esses títulos da editora Zahar
Filho de pai libanês e mãe francesa, Jorge Zahar nasceu a 13 de fevereiro de 1920, em Campos. Em maio de 1940, já no Rio de Janeiro, começou a trabalhar na importação e distribuição de livros, aos quais se dedicaria com paixão daí em diante.
Auto-didata e “self-made man” criou, junto com os irmãos Ernesto e Lucien, a Livraria Ler. Em 1956 fundou a Zahar Editores que, um ano mais tarde, publicava seu primeiro livro — a tradução do Manual de Sociologia, de Rumney e Mayer. Era o início de uma tradição porque Jorge Zahar, além de pioneiro, continuou sendo o maior editor de livros de ciências sociais no Brasil. Há décadas estudantes universitários e intelectuais brasileiros encontram o nome Zahar na capa de livros que lhes servem de instrumentos de trabalho.
Cerca de trinta anos depois, aos 65 anos, fundou a Jorge Zahar Editor, junto com os filhos Jorge Júnior e Ana Cristina. Na nova editora manteve a linha editorial de publicação de ensaios, fortalecendo áreas como a filosofia e a psicanálise e voltando-se também para campos como a música e a história da ciência, além de investir seriamente em obras de referência.
Em cerca de 40 anos dedicados à publicação de livros de qualidade, Zahar enriqueceu as prateleiras nacionais com cerca de 2.000 títulos nos mais diversos campos do conhecimento. [...]
“Se me perguntassem o que falta ao Brasil para ser um grande país, eu diria que uns cinco Jorges resolviam a questão. Mas, para uso próprio, continuaria devoto do modelo original.” Carlos Heitor Cony
    Apesar da editora ter todo esse histórico com os livros de ciências sociais, meus títulos favoritos são os pertencentes à coleção Clássicos Zahar, especialmente os do Sherlock Holmes - ♥ - essa coleção tem edições ilustradas comentadas e edições de bolso de luxo maravilhosas. É tudo caprichado da lombada até a última folha, a hora que eu abro o livro sinto vontade de chorar de tão lindinho que é por dentro, o verso das capas e as contracapas são estilizadas.





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